Os estilos, interferências e propostas multiplicaram sonoridades e deixaram nossas escolhas ainda mais aparentes. Ouvir um som é abaixar o volume de outros tantos, infinitos.
As mídias musicais – aquelas que até outro dia eram novidade - de repente, tornaram-se velhas conhecidas. Junto com nossos CDs, hoje estão guardadas as coisas que não conseguimos jogar fora. Quinquilharias e bugingangas que já foram escolhas e agora são história.
O CD de Lia é pra quem quiser. Numa época de tantos acessos, tanta liberdade, querer um CD é determinar um lugar especial pra sua música. Nem que seja o de juntar-se às coisas grandes e pequenas que contam o que somos.
Nessa semana saiu a fornada de cartões CRAVO Ofício/Oficina do CRAVO. Silk vermelho fluorescente e branco sobre o kraft, paraná, papel flocado e branco liso. Ficou bonito, viu.